22.ª edição do estudo “Marcas de Confiança” Selecções do Reader’s Digest

Marca de confiança, comunicaRH

PORTUGUESES CONFIAM NOS MÉDICOS E APONTAM O MODELO MISTO DE TRABALHO COMO IDEAL

Principais conclusões

  • Médicos são os profissionais em quem os portugueses mais confiam
  • Presidente da República, OMS e INFARMED são as instituições que os portugueses apontam como mais confiáveis
  • Filipe Froes (pneumologista), Vasco Palmeirim (apresentador) e Tony Carreira (músico) são as novas Personalidade de Confiança nas respetivas categorias
  • 66% dos portugueses apontam o modelo misto de trabalho (teletrabalho e presencial) como o ideal em situação pós-pandémica
  • Marcas nacionais continuam a liderar em muitas categorias
  • A qualidade é o requisito mais valorizado pelos inquiridos quando está em análise a construção da confiança numa marca
  • Vice-almirante Henrique Gouveia e Melo é “Personalidade Portuguesa do Ano”

A revista Selecções do Reader’s Digest, que este ano comemora 100 anos, acaba de divulgar os vencedores da 22.ª edição do estudo “Marcas de Confiança”.

O estudo, que avalia os níveis de confiança dos portugueses relativamente às Marcas e a aspetos de caráter social e económico ou político, utilizou pela primeira vez o método de “Pergunta Aberta” para determinar a “Profissão de Confiança”, metodologia utilizada, desde sempre, na eleição das “Marcas” e “Personalidades de Confiança”.

Os médicos, que ao longo do último ano têm sido uma constante no nosso dia-a-dia, são apontados como a profissão que oferece maior confiança, destronando, assim, Cientistas/Investigadores, que detinham a confiança dos portugueses em 2021. Políticos, Advogados, Juízes e Vendedores são profissões nos últimos lugares na confiança dos portugueses.

O Presidente da República, a Organização Mundial da Saúde, a par do INFARMED, são as instituições que os portugueses apontam como mais confiáveis. De salientar a confiança depositada também em instituições como a Direção-Geral da Saúde, nas Instituições de Solidariedade Social e na União Europeia.

Num ano marcado pela Pandemia Covid-19, 80% dos entrevistados refere que as várias medidas tomadas pelo Governo desde o início foram as necessárias. 66% defende mesmo que o teletrabalho foi uma realidade que se afirmou na sociedade e aponta o modelo misto de trabalho (teletrabalho e presencial) como o ideal numa situação pós-pandemia.

Personalidade de Confiança

No estudo “Marcas de Confiança” os portugueses são também convidados a eleger as Personalidades de Confiança, com base no contributo e desempenho que tenham prestado na respetiva área.

Na edição de 2022, o destaque vai para a entrada da área “Apresentação de programas (Rádio/TV)”, na qual Vasco Palmeirim recebe o maior número de votos. A “Música” também traz novidades, com Tony Carreira a suceder a Rui Veloso, vencedor em anos anteriores.  O médico pneumologista Filipe Froes passou a ser a personalidade de Confiança dos portugueses na área “Medicina”.

A “Personalidade Portuguesa do Ano” é agora o Vice-almirante Henrique Gouveia e Melo.  

Oito novas categorias em sessenta marcas vencedoras

A 22.ª edição do estudo “Marcas de Confiança” elegeu como habitualmente as 60 marcas nas quais os portugueses mais confiam (ver imagem no final do texto), este ano com a introdução de oito novas categorias e seguindo o modelo de Pergunta Aberta, de modo a dar liberdade de escolha e sobretudo valorizar a espontaneidade dos portugueses.

Ao serem eleitas pelos portugueses, as marcas vencedoras passam a poder usar o selo “Marca de Confiança” durante um ano, como símbolo do seu reconhecimento e qualidade. 

63% dos portugueses revelaram que o selo “Marcas de Confiança” associado a uma marca, seja em embalagens ou em peças publicitárias, transmite “mais alguma” confiança nessa marca. Sendo que 24 %  afirma que o selo confere “Muito mais” confiança.

Como escolhemos no dia-a-dia

A escolha que os portugueses fazem em cada dia, relativamente aos produtos que consomem, vai muito para além de um gesto automático. Cada vez mais se exige às marcas um comportamento que corresponda às expetativas ou que ultrapasse mesmo essas expetativas. Nesse sentido, a qualidade dos produtos da marca é apontada por 51% dos entrevistados como o fator que gera mais confiança. O preço justo, a transparência e boa conduta da marca são outros fatores que levam os portugueses a confiar numa marca em detrimento de outra.

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