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Conteúdo desenvolvido pela equipa da comunicaRH

Há uma tendência que demonstra que o fim do departamento dos recursos humanos está para chegar. É este o resultado do estudo duma das maiores consultoras a nível mundial. A conclusão é que este departamento não sendo esta uma área que acrescenta valor ao negócio, que acarreca demasiados custos, a tedência será o fim da mesma. Afinal tudo tem uma vertente custo-benefífio.

Vamos então analisar e tentar desconstruir esta ideia de forma a perceber a sua viabilidade e como ela nos pode afetar. O departamento dos recursos humanos tem várias funções: recrutamento, formação, elaboração dos contratos de trabalho, pagamento dos funcionários, gerir baixas entre outras. Não sendo isto uma função “core” para a criação do produto ou serviço que sustenta o funcionamento saudável da empresa no futuro irá deixar de existir concluí o estudo.

Já não há valor no departamento dos recursos humanos?

Mas assim sendo quem ficará com as nossas funções? Não sendo parte do nuclear do negócio são importantes para o bom funcionamento do mesmo uma vez que o departamento de recursos humanos exerce funções essencias. Quem é que aceita ir trabalhar sem que alguém cuide do seu salário? E do seu desenvolvimento? Estamos perante uma época onde fazer crescer a pessoa ajuda a que ela fique na empresa.

O estudo traz algumas respostas e tendências emergentes de grandes empresas. A tecnologia veio simplificar e ajudar a reduzir os custos. Com a emergencia de novos softwares de controlo do número de horas trabalhadas e pagamentos automatizados consequentemente, até 2025, a área de pay-roll deixará de existir. O mesmo acontece com o recrutamento. No futuro ficará à responsabilidade de cada área gerir os seus recrutamentos. Isto reduz a duração do processo e permite que o candidato estabeleca empatia diretamente com a nova equipa. E ainda reduz custos.

A parte mais difícil de substituir será a de desenvolvimento. Mas já acontece que alguns CEO’s se dedicam a pensar não só na estratégia da empresa como das pessoas. Assim, o pesado ordenado do diretor de recursos humanos deixa de fazer parte das despesas.

Em conclusão, esperamos que este artigo o tenha apanhado de surpresa. Afinal hoje é dia das mentiras. Esperamos ter conseguido enga-la(o). Contudo o departamento dos recursos humanos é essencial numa empresa. Cuida e serve as pessoas, está disponivel para ajudar e isso não pode (nem deve) ser dusbtituido.

Portanto, os RHs não são custos, quando bem geridos e sim benefícios. E o seu futuro estará sempre assegurado enquanto as organizações forem feitas de pessoas.


P.S. Os dados deste asrugo são falsos e inventados para o dia das mentiras.

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This Post Has 3 Comments

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    Albino Bras

    Normalmente “o pesado ordenado do diretor de recursos humanos” é, diz-me a experiência muito pouco pesado e comparado com outros quadros da empresa que ‘pouco acrescentam” mas falam muito e sobretudo falam muito alto.
    Infelizmente para muitas empresas os Diretores de Pessoas e Competências são pouco reconhecidos, mas essenciais para gerir equilibrios e coonflitos. São o fiel da balança em muitas empresas e só lhes é reconhecido o mérito em situações de crise, aquelas que ninguém quer gerir.

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      Bernardo Machado

      Olá Albino,
      Isto era apenas uma brincadeira referente ao dia das mentiras. O Ordenado do Diretor de RH não deve ser considerado pesado pois esta função acarreta muitas responsabilidades e traz resultados impactantes para as organizações. É um função essencial dentro das organizações.

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    Luís Melriça

    Eu acho que é uma extinção de cargo profissional a dever ocorrer com prioridade, sim, mas só a seguir à mais prioritária extinção das moedas nacionais em detrimento da emergência do troca-por-troca… São de ainda maior relevo os custos associados aos cálculos de equivalência, ao inegável peso tangével da moeda de metal, intangível da moeda em papel, e ameçador da criptomoeda… Extinção sim, mas com prioridades… :-/

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